dar ao tempo, que é vôo e sacríficio, o meu maio tesouro: tempo. a imensidão de cada fagulha provocada pelo sopro, a breve e lenta capacidade de res.pi.rar. ser sábia e saborosa para sobrevoar a impermanência. flanar sobre o deserto, em levezas delirantes. só, à sombra do eu-oásis. passageira e caminhante. só.
domingo, 24 de março de 2024
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A Irmã do Sonho, na Biblioteca Pública de Évora
Os livros, que sempre foram refúgio e paraíso, âncora e asa, são também, na minha vida, criadores de espaço de partilha, abridores de portas...
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pela janela observo os planos e acordos escolhas a pele marcada frutos e o eterno : tudo aquilo que não sou eu
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Os livros, que sempre foram refúgio e paraíso, âncora e asa, são também, na minha vida, criadores de espaço de partilha, abridores de portas...
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Porque veio sustentada e espetada por um arame, a gérbera semanal havia vivido menos do que a que eu trouxe levemente cambaleante, sem supor...
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