terça-feira, 10 de outubro de 2023
. Começo pelo início, no ponto final da solidão. Escrevo como quem brinda o espelho, ao mundo em mim. Transmuto o teclado em celebração à pena, para compartilhar a experiência da pena, para transformar o verbo em fratura e fragmento. Deitada sob a pena, permito que a fissura ofereça luz e novas cores. Empunho todos os abismos___
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A Irmã do Sonho, na Biblioteca Pública de Évora
Os livros, que sempre foram refúgio e paraíso, âncora e asa, são também, na minha vida, criadores de espaço de partilha, abridores de portas...
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É domingo e recebi um poema. Um pequeno embrulho encarnado, feito de saudade e outras palavras que também podem doer.
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pela janela observo os planos e acordos escolhas a pele marcada frutos e o eterno : tudo aquilo que não sou eu
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Os livros, que sempre foram refúgio e paraíso, âncora e asa, são também, na minha vida, criadores de espaço de partilha, abridores de portas...
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